terça-feira, 11 de maio de 2010

Sorria, seu carro está sendo seguido

 Publicada: 11/05/2010 00:38| Atualizada: 11/05/2010 00:05
Roberta Cerqueira
A maior ocorrência de roubos de veículos e o consequente aumento no preço do seguro de automóveis, que subiu em torno de 20% na capital baiana, têm levado muita gente a optar por sistemas de rastreamento, que pode ser via satélite, através de GPS – sigla americana que no português significa Sistema de Posicionamento Global – ou por radiofrequência.
Garantindo localizar e recuperar o carro, em caso de roubo ou furto, algumas empresas oferecem o serviço por até R$ 29 mensais, o que tem sido uma opção atraente para quem deseja economizar. Mas especialistas recomendam muita cautela na hora de contratar o serviço.
Para começar, é importante saber a diferença entre rastreamento via satélite e por radiofrequência. No primeiro caso, é possível localizar o veículo dentro do território nacional. Já no segundo, o carro só pode ser encontrado em um raio de até 100 quilômetros. Especializada no segmento há cerca de 10 anos, a Segsat cobra R$ 50 pela instalação do equipamento (de radiofrequência) e mais R$29 mensais pelo rastreamento. Neste caso é possível identificar quando o carro não está sendo guiado pelo dono e, automaticamente, desligá-lo, após 3 minutos.
 No caso do monitoramento via GPS, o valor da instalação sobe para R$ 80 e a mensalidade R$ 75. O bloqueio só pode ser acionado após contato com a empresa, por telefone, e o procedimento leva, em média, 20 minutos.   Em parceria com algumas seguradoras, a empresa oferece descontos em torno de 30% para clientes Sulamérica e Bradesco, dentre outros, e assistência técnica 24 horas, em caso de curto circuito ou pane no sistema. Os valores são os mesmos para qualquer tipo de carro.