O presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, deputado Marcelo Nilo (PDT), disse acreditar que a greve dos professores da rede estadual, que hoje completa 114 dias, acaba amanhã, quando a categoria fará uma nova assembleia. O parlamentar foi o entrevistado desta quinta-feira do CBN Salvador Primeira Edição, na CBN Salvador (100,7), comandado por Emmerson José e Alex Feraz, com participação de Clécio Max, colunista do Correio. “Vi as novas reivindicações dos professores e suponho que o governador Jaques Wagner (PT) vai atendê-las para por fim ao movimento, que trouxe prejuízos para todos: alunos, professores, governo e para a Bahia”, ressalta Marcelo Nilo, argumentando reconhecer o direito dos professores de reivindicarem melhores salários. “Ocorre que o governo não tem orçamento para atender e se o fizer vai atropelar a Lei de Responsabilidade Fiscal”. Sobre o pedido na Justiça para que os professores desocupassem a Assembleia, onde ficaram por 102 dias, o presidente fez questão de lembrar que “a casa é do povo, mas não é um sindicato. Apesar de não concordar com a ocupação tão prolongada, jamais iria chamar a polícia para tirar os grevistas de lá. Procurei a Justiça e deu tudo certo”.(Politicalivre)quinta-feira, 2 de agosto de 2012
Marcelo Nilo acredita que Wagner “atenderá às novas reivindicações dos professores”
O presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, deputado Marcelo Nilo (PDT), disse acreditar que a greve dos professores da rede estadual, que hoje completa 114 dias, acaba amanhã, quando a categoria fará uma nova assembleia. O parlamentar foi o entrevistado desta quinta-feira do CBN Salvador Primeira Edição, na CBN Salvador (100,7), comandado por Emmerson José e Alex Feraz, com participação de Clécio Max, colunista do Correio. “Vi as novas reivindicações dos professores e suponho que o governador Jaques Wagner (PT) vai atendê-las para por fim ao movimento, que trouxe prejuízos para todos: alunos, professores, governo e para a Bahia”, ressalta Marcelo Nilo, argumentando reconhecer o direito dos professores de reivindicarem melhores salários. “Ocorre que o governo não tem orçamento para atender e se o fizer vai atropelar a Lei de Responsabilidade Fiscal”. Sobre o pedido na Justiça para que os professores desocupassem a Assembleia, onde ficaram por 102 dias, o presidente fez questão de lembrar que “a casa é do povo, mas não é um sindicato. Apesar de não concordar com a ocupação tão prolongada, jamais iria chamar a polícia para tirar os grevistas de lá. Procurei a Justiça e deu tudo certo”.(Politicalivre)