O cantor
Marrone será indiciado por pilotar sem licença o helicóptero que caiu
no dia 2 de maio deste ano e deixou três pessoas feridas, incluindo o
artista. A polícia quer ouvir ainda o primo e secretário de Marrone,
Jardel Alves Borges, que na época do acidente perdeu a memória e não
pode prestar depoimento.
O
inquérito deverá ficar pronto nos próximos 30 dias, quando será
encaminhado à Justiça. A pena pode chegar a três meses de prisão e o
cantor poderá responder em liberdade. O piloto, que perdeu o pé na
queda, não quis processar Marrone.
O
helicóptero caiu na rua Clóvis Bevilácqua, na Vila Aeroporto, perto do
parque de exposições de São José do Rio Preto, no interior de São
Paulo. Segundo o Daesp (Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo),
o acidente com a aeronave de prefixo PT HMU ocorreu às 14h43. Ela
bateu em uma torre e depois em uma árvore antes de atingir o chão. Não
houve explosão.
Marrone já deu diversas declarações afirmando
que não pilotou o helicóptero em nenhum momento. Segundo a Aeronáutica,
o cantor fez apenas um curso teórico e não tem autorização para
pilotar.
O R7 tentou contatar a assessoria do cantor após o indiciamento, mas não havia obtido resposta até as 8h desta terça-feira (9). Fonte: R7
