A finalidade do seguro-desemprego é oferecer assistência financeira
temporária ao trabalhador dispensado involuntariamente, mas, na prática
o que ocorre em muitos casos é o chamado “acordo” entre patrão e
empregado com intuito de burlar a legislação e usufruir do benefício de
maneira indevida. O governo federal quer acabar com a farra dos “falsos
desempregados” e prepara uma nova regulamentação com intuito de
restringir o auxílio a reincidentes. Introduzido no país em 1986, o
seguro-desemprego se tornou oneroso para os cofres públicos, segundo o
governo, que calcula cerca de 7 milhões de pessoas estão sendo
beneficiadas pelo programa. Os custos preocupam o Palácio do Planalto
que planeja corte do pagamento para quem for receber o pagamento a
partir da terceira vez. Se reincidente, para receber o benefício, o
cidadão terá de comprovar participação em algum curso
profissionalizante promovido por órgãos do governo. Leia mais na Tribuna.